Processos
98 verbetes
Adoção de IA pelo time
A adoção de IA pelo time transforma curiosidade em capacidade operacional: define tarefas, limites de uso, prática supervisionada, métricas de qualidade e canais para contestar resultados antes que a ferramenta altere decisões reais.
Alocação e assortment na moda
Alocação e assortment na moda. Alocação decide onde e quando o estoque ficará disponível; assortment define quais produtos entram no mix de cada canal ou loja. Na moda, as duas decisões precisam ser lidas juntas: uma grade pode existir no cadastro, mas só se torna oferta de um canal quando o assortment a inclui e a regra de disponibilidade a torna efetiva.
Alocação inicial de estoque
Alocação inicial de estoque é o processo de decidir como o primeiro estoque disponível será distribuído entre lojas, canais ou outros pontos de atendimento. A decisão deve tornar visíveis o produto, o local, a quantidade, a fonte dos dados e as exceções consideradas.
Analista de qualidade de moda
O analista de qualidade de moda transforma requisitos de uma peça, material ou lote em verificações comparáveis, evidência registrada e decisão de aceite, correção ou retenção. No vestuário, seu escopo pode combinar composição de fibras, solidez da cor, desempenho, construção, segurança química e rotulagem, sem confundir um método de ensaio ou certificado com aprovação universal.
Aprovação de amostras de moda
Aprovação de amostras de moda é o processo de comparar uma amostra física com especificações de estilo, materiais, construção e identificação, registrar as divergências e decidir se a peça pode seguir, precisa ser reenviada ou exige correções antes da produção em volume.
Arquitetura de preço na moda
Arquitetura de preço na moda é o processo de organizar custos, markup, margem, canais e faixas de preço para transformar uma intenção de coleção em decisões comparáveis. Ela conecta desenvolvimento de produto e leitura comercial sem tratar um percentual isolado como prova de rentabilidade.
Assortment planning na moda
Assortment planning na moda. Assortment planning é o processo de planejar quais estilos, categorias, cores, tamanhos e quantidades entram em cada período, loja, canal ou grupo de lojas. Na moda, ele transforma um plano de mercadorias em opções compráveis, relacionando variedade, profundidade e contexto local sem confundir mix com compra ou alocação.
Briefing criativo de moda
Briefing criativo de moda é o documento de decisão que transforma uma intenção de coleção, produto, imagem ou campanha em um problema criativo delimitado. Ele conecta temporada, público, categoria, sortimento, materiais, canal, entregáveis, restrições, responsáveis e critérios de aprovação sem antecipar a solução visual.
Cadastro, enriquecimento e taxonomia de produto
Cadastro, enriquecimento e taxonomia de produto é um processo para transformar objetos de moda em registros identificáveis, contextualizados e relacionáveis. Ele separa o registro mínimo do produto, a informação que dá contexto e as relações que permitem encontrar, comparar e publicar o item com coerência.
Cadeia têxtil e de confecção
A cadeia têxtil e de confecção transforma matérias-primas naturais ou manufaturadas em fios, tecidos ou malhas e, depois, em artigos acabados. O fluxo de referência passa por fibras, fiação, formação do material, beneficiamento, corte e montagem, mas na prática inclui fornecedores, subcontratação, distribuição, uso e rotas de reaproveitamento.
Cálculo de consumo de materiais
Cálculo de consumo de materiais é o registro da quantidade de tecido e de componentes necessária para um produto, uma grade ou um lote sob premissas explícitas. Na confecção, ele conecta molde, encaixe, material, perdas observadas e unidade de compra, sem confundir estimativa de desenvolvimento com consumo medido na produção.
Calendário de coleção
Calendário de coleção é a sequência controlada de decisões do desenvolvimento e lançamento de uma coleção: cada marco combina escopo, responsável, predecessora, data planejada, evidência e critério de aceite. Ele não é apenas uma lista de prazos; precisa tornar visíveis as passagens entre direção, amostra, aprovação, produção e lançamento.
Ciclo de desenvolvimento de produto de moda
O ciclo de desenvolvimento de produto de moda transforma uma intenção em um produto especificado, testado, aprovado e preparado para produção. Ele conecta design, materiais, amostras, instruções, qualidade, dados e decisões de retorno; não é uma sequência linear nem uma receita idêntica para toda empresa.
Cluster de lojas no varejo de moda
Cluster de lojas no varejo de moda. Cluster de lojas é um processo de agrupar pontos de venda por padrões relevantes de localização, comportamento, sortimento ou operação para apoiar decisões de varejo. Em moda, a leitura ajuda a separar necessidades de lojas sem presumir que todas devam receber o mesmo mix, estoque ou ação comercial.
Como controlar versões de ficha técnica
Como controlar versões de ficha técnica. Controlar versões de ficha técnica é registrar cada mudança do produto com identificador, responsável, motivo, estado, aprovação e vigência. O método combina princípios de controle de configuração e de gestão do ciclo de vida do produto com decisões próprias da cadeia de moda.
Como dar contexto da empresa à IA
Como dar contexto da empresa à IA. Dar contexto da empresa à IA é transformar conhecimento disperso em informação recuperável, delimitada por fonte, escopo, atualização e permissão. O processo combina uma base de conhecimento confiável, recuperação relevante, instruções claras e avaliação humana — não apenas um prompt mais longo.
Como definir uma diretriz de IA na empresa
Como definir uma diretriz de IA na empresa. Definir uma diretriz de IA na empresa é transformar uma intenção ampla em regras operacionais para um uso delimitado: propósito, contexto, risco, autoridade, evidência e revisão. Em uma empresa de moda, a diretriz acompanha o fluxo de um objeto — como uma ficha, amostra, material ou pedido — sem confundir recomendação automatizada com decisão autorizada.
Como escolher software para a operação de moda
Como escolher software para a operação de moda. Escolher software para moda é um processo de decisão que começa pelo fluxo e pelos objetos de informação, não por uma demonstração de funcionalidades. A comparação deve testar dados, integrações, permissões, rastreabilidade, adoção, custo e saída no recorte real da operação.
Como estruturar governança de dados de moda
Como estruturar governança de dados de moda. Estruturar governança de dados de moda é organizar objetos, significados, responsáveis, versões, permissões e evidências ao redor das decisões de produto e cadeia. Uma estrutura útil começa por um fluxo crítico, explicita o que precisa ser conhecido em cada etapa e conecta a decisão ao registro que permite conferi-la.
Como estruturar um tech pack de moda
Como estruturar um tech pack de moda. Estruturar um tech pack de moda é transformar a intenção de um produto em um pacote técnico verificável para desenvolvimento, amostragem e fabricação. O documento deve reunir escopo, desenhos, medidas, materiais, construção, etiquetagem, qualidade, tolerâncias, aprovações e histórico de mudanças, sempre com uma versão identificável.
Como governar agentes de IA na empresa
Como governar agentes de IA na empresa. Na empresa, governar agentes de IA é delimitar finalidade, contexto, autoridade, dados, supervisão e registro antes de permitir que um sistema recomende ou execute ações. O processo combina gestão contínua de risco com níveis de autonomia proporcionais ao impacto, sem tratar uma estrutura de referência como autorização automática.
Como levar um piloto de IA para produção
Como levar um piloto de IA para produção. Levar um piloto de IA para produção é converter uma tarefa experimental em um fluxo controlado por objeto, versão, critério de aprovação, responsável e evidência. Na moda, a passagem precisa ligar a ficha técnica, a amostra, o material, a grade, o fornecedor e o pedido a métricas de qualidade e prazo, mantendo uma saída manual quando o sistema não atende ao limite definido.
Como lidar com atraso de fornecedor de moda
Como lidar com atraso de fornecedor de moda. Lidar com atraso de fornecedor de moda exige localizar o marco perdido, confirmar a causa com evidência e decidir entre recuperar, dividir ou replanejar o lote. O controle precisa ligar artigo, cor, tamanho, ficha técnica, amostra, matéria-prima, quantidade, data prometida e janela de venda.
Como medir o ROI de iniciativas de IA
Como medir o ROI de iniciativas de IA. Medir o ROI de uma iniciativa de IA é comparar uma mudança de processo com uma linha de base, incluindo custos de implantação, operação e supervisão e observando valor, qualidade e risco no mesmo recorte de decisão. Na moda, a medida precisa ligar o ganho alegado ao fluxo de coleção, produto ou canal que realmente mudou.
Como melhorar a qualidade dos dados de produto
Como melhorar a qualidade dos dados de produto. Melhorar a qualidade dos dados de produto na moda exige separar estilo, variante, atributo técnico e registro regulatório; definir cada campo; validar a origem e o formato; e controlar a passagem da ficha técnica para o catálogo, a etiqueta e os canais de venda. O processo fica confiável quando cada exceção tem responsável, evidência e versão.
Como preservar conhecimento institucional
Como preservar conhecimento institucional. Preservar conhecimento institucional na moda é transformar decisões de produto, critérios e exceções em registros contextuais, versionados e recuperáveis. O processo começa pelo recorte do objeto, liga cada registro à sua origem e autoridade e termina com um teste real de recuperação por outra pessoa.
Como reduzir a dependência de pessoas-chave
Como reduzir a dependência de pessoas-chave. Reduzir a dependência de pessoas-chave é transformar decisões, critérios e conhecimento tácito em um processo compartilhável, verificável e praticado por mais de uma pessoa. Na moda, isso exige mapear pontos de concentração, registrar contexto e versões, criar cobertura de papéis e testar a continuidade em fluxos como aprovação de amostra, ficha técnica e compra.
Como reduzir o time to market na moda
Como reduzir o time to market na moda. Reduzir o time to market na moda exige tornar visíveis as esperas, as aprovações e os retornos do desenvolvimento de cada estilo. Um fluxo mais curto começa com especificação verificável, amostras nomeadas por finalidade, critérios de aceite e passagem de informação sem ambiguidade entre produto, modelagem, engenharia e fornecedor.
Como reduzir planilhas e WhatsApp na gestão de coleção
Como reduzir planilhas e WhatsApp na gestão de coleção. Reduzir planilhas e WhatsApp na gestão de coleção não significa eliminar a conversa: significa tirar decisões de estilo, material, ficha técnica, prova e aprovação de registros paralelos. O processo centraliza objeto, versão, responsável, evidência e próximo passo, mantendo o canal de mensagem como entrada controlada.
Como reduzir retrabalho entre estilo e engenharia
Como reduzir retrabalho entre estilo e engenharia. Reduzir retrabalho entre estilo e engenharia exige transformar intenção criativa, requisito técnico e decisão de produto em um mesmo registro controlado. Em uma peça de vestuário, isso significa ligar ficha técnica, tabela de medidas e tolerâncias, construção, componentes, fornecedor, prova, versão e critério de aprovação antes de liberar a próxima etapa.
Comprador de moda
Comprador de moda é o papel que seleciona sortimentos, avalia produto e fornecedor, negocia preço e condições e acompanha pedidos de acordo com a demanda, o orçamento, a qualidade e o calendário da empresa. Na prática, a compra conecta escolha de produto, compromisso comercial e conferência da entrega, sem substituir planejamento, desenvolvimento ou controle de qualidade.
Contexto e governança da informação na moda
Contexto e governança da informação na moda é um processo para manter objetos, decisões, versões, responsabilidades e evidências ligados ao produto e à coleção. Na prática, ele combina proveniência, identificadores, regras de acesso, mudanças controladas e critérios de interoperabilidade; não é apenas arquivamento nem a escolha de uma ferramenta.
Controle de qualidade no vestuário
Controle de qualidade no vestuário combina especificações, inspeção e ensaios para verificar se tecidos, aviamentos e peças atendem ao desempenho esperado. O processo pode avaliar cor, caimento, toque, durabilidade, conformidade, defeitos, ajuste, integridade de costuras e comportamento após o uso. A decisão de qualidade depende do produto e do uso final.
Coordenador de amostras
O coordenador de amostras dá continuidade ao fluxo de protótipos e amostras de vestuário: identifica cada recebimento, liga a peça à especificação vigente, organiza a prova, consolida comentários e encaminha a decisão ao especialista responsável. Coordenar o fluxo não equivale a aprovar sozinho ajuste, qualidade, custo ou produção.
Cost sheet de produto de moda
Cost sheet de produto de moda é o processo de calcular e organizar os custos de produzir uma peça, conectando materiais, mão de obra, embalagem, operações e premissas de compra à unidade analisada. Em uma ficha útil, consumo, preço unitário, conversão e escopo ficam separados para que uma alternativa de produto possa ser comparada sem confundir custo, markup e margem.
Criação e estilo no ciclo de moda
Criação e estilo no ciclo de moda. Criação e estilo tornam uma intenção visual verificável ao conectá-la a silhueta, modelagem, material, construção, prova e especificações. O ciclo não termina no desenho: ele passa por protótipos, análise de caimento e registro das decisões necessárias para que a peça preserve sua intenção ao avançar para a produção.
Critical path no desenvolvimento de coleção
Critical path no desenvolvimento de coleção é um método de programação que organiza atividades dependentes, suas durações e seus marcos para revelar a sequência que determina o menor prazo possível. Em vestuário, ele pode ordenar gates de amostra sem confundir o caminho crítico com uma simples lista de aprovações.
DAM para moda
DAM para moda é o processo de armazenar, organizar, localizar, controlar e distribuir arquivos digitais de uma coleção, mantendo metadados, permissões, versões, direitos e proveniência ligados ao contexto de produto. Na prática, ele transforma um acervo de imagens, vídeos, fichas e derivados em base operacional para criação, atacado, varejo e comunicação.
Desenvolvimento de produto de moda
Desenvolvimento de produto de moda é o processo que transforma uma oportunidade ou briefing em um produto especificado e aprovado para produção. Ele articula conceito, sortimento, materiais, modelagem, amostras, prova, custo, qualidade, conformidade e cronograma por meio de ciclos de decisão, não de uma sequência criativa isolada.
Desenvolvimento e engenharia de produto de moda
Desenvolvimento e engenharia de produto de moda transforma uma intenção de design em requisitos verificáveis para construir, provar, revisar e liberar uma peça ou coleção. O processo articula conceito, ficha técnica, modelagem, materiais, construção, medidas, amostras, qualidade, custo e dados de ciclo de vida, sem confundir aprovação estética com prova de repetibilidade industrial.
Drop de coleção
Drop de coleção é um processo de lançamento cadenciado: um conjunto de produtos é preparado e disponibilizado em uma janela definida, com escopo, canal, prontidão e critério de leitura explícitos. No vocabulário de streetwear, o termo também descreve cápsulas de edição muito limitada usadas com escassez e redes sociais.
Engenheiro de produto de moda
O engenheiro de produto de moda transforma intenção de coleção em especificações verificáveis para amostra e pré-produção. O trabalho combina construção, medidas, materiais, custo, testes, prova, controle de qualidade e registros que permitem aprovar ou devolver uma referência sem confundir o papel com modelagem, compras ou inspeção.
ERP, PLM e PIM
ERP, PLM e PIM: quais são as diferenças? Eles organizam objetos diferentes na cadeia de moda: o ERP integra processos empresariais e dados transacionais; o PLM acompanha o ciclo de vida e as decisões de desenvolvimento; o PIM centraliza, enriquece e distribui informação de produto para canais de venda e marketing.
Fiação têxtil
A produção de fios segue duas rotas técnicas distintas: a fiação transforma fibras têxteis descontínuas em fio por preparação, alinhamento, afinamento e consolidação, enquanto o processamento de filamentos contínuos reúne ou transforma filamentos sem repetir toda a preparação das fibras curtas. Essas rotas determinam propriedades do fio enviado à tecelagem ou à malharia.
Ficha técnica de produto de moda
A ficha técnica é o conjunto controlado de informações que traduz um produto de moda aprovado em requisitos verificáveis para amostragem e produção. Ela reúne desenhos, materiais, medidas, construção, tolerâncias, identificação, etiquetagem, comentários e histórico de revisão; seu conteúdo varia por categoria, empresa, mercado e estágio.
First pass yield em vestuário
First pass yield em vestuário. First pass yield (FPY) mede a proporção de unidades que saem de uma etapa em relação às que entram nela durante um período definido. Em vestuário, a métrica ganha precisão quando a unidade, o critério de aprovação e a etapa — como corte, costura ou acabamento — são registrados antes da contagem.
Formação de custo de produto de moda
Formação de custo de produto de moda é o processo de identificar, medir e atribuir recursos consumidos por uma peça, variante ou lote dentro de um escopo declarado. Ele combina materiais, conversão, perdas, serviços e overhead com uma ficha versionada, distinguindo custo de fabricação, custo posto e preço de venda.
Gerente de e-commerce de moda
O gerente de e-commerce de moda organiza decisões de sortimento, cadastro, variantes, preço, disponibilidade, experiência e leitura de dados em um canal digital. O papel transforma requisitos do produto em rotinas verificáveis, sem substituir especialistas de privacidade, tecnologia, logística ou produto.
Gerente de produto de moda
O gerente de produto de moda conduz decisões de vestuário entre intenção de coleção, especificação, amostragem, caimento, custo, conformidade e liberação. Seu trabalho é transformar prioridades em requisitos verificáveis, manter a versão aprovada visível e encaminhar exceções para as áreas com autoridade técnica.
Gerente de sourcing
Gerente de sourcing é o papel que organiza decisões de fornecimento de moda: transforma necessidades de produto em critérios, coordena relacionamento e desempenho de fornecedores, acompanha riscos e mantém evidências ligadas a pedidos, amostras e lotes.
Gestão de coleção
Gestão de coleção é o processo de coordenar o percurso de uma linha de moda desde a ideia até produção, serviço e descarte, conectando pessoas, dados, processos, decisões, versões e eventos entre áreas e parceiros.
Gestor de fornecedores de moda
O gestor de fornecedores de moda organiza a relação entre uma empresa e seus fornecedores, do entendimento da capacidade e do risco à medição de desempenho, comunicação e melhoria. Na cadeia de moda, o processo conecta requisitos do produto, seleção, colaboração e rastreabilidade sem reduzir a decisão ao preço.
Giro de estoque
Giro de estoque é a razão entre o custo das mercadorias vendidas e o estoque médio em um período. No varejo de moda, ele deve ser lido por recorte de produto, coleção e canal, junto de disponibilidade, margem, cobertura e markdown, porque velocidade de saída não explica sozinha a qualidade do sortimento.
GMROI no varejo de moda
GMROI no varejo de moda. GMROI é uma métrica de gestão de mercadoria que relaciona o lucro bruto ao custo médio do estoque. No varejo de moda, ela ajuda a comparar o retorno de categorias, SKUs e canais, desde que margem, custo, período e unidade de análise sejam mantidos consistentes.
Governança de coleção: papéis, gates e evidências
Governança de coleção descreve a prática de explicitar papéis, critérios, evidências, decisões e exceções no desenvolvimento de moda. A expressão não designa uma norma setorial única; sintetiza princípios de gestão de processos, decisão baseada em evidências, devida diligência e rastreabilidade.
Grade de tamanhos
Grade de tamanhos é o processo de transformar moldes de tamanho-base ou de amostra em tamanhos adicionais, usando uma tabela de especificações ou incrementos de gradação. A regra muda pontos definidos do molde para formar uma série do mesmo estilo; ela não substitui a modelagem nem cria uma forma nova.
Homologação de fornecedor de moda
Homologação de fornecedor de moda é o processo de decidir, para um escopo definido, se uma empresa pode ser usada com requisitos, evidências, responsabilidades e revisões explícitos. Em moda, a decisão deve conectar desenvolvimento, qualidade, compras, produção e rastreabilidade sem confundir cadastro, certificação ou pedido isolado com aprovação permanente.
IA na moda: aplicações e limites
As aplicações de IA na moda usam modelos computacionais para reconhecer atributos, recuperar conhecimento, gerar visualizações e apoiar decisões ao longo da criação, desenvolvimento e comercialização. Seus limites dependem dos dados, do contexto de uso, da avaliação, da supervisão humana e da integração ao fluxo de produto.
Implementar PLM para moda
Implementar PLM para moda. Roteiro técnico e operacional para ligar briefing, ficha, materiais, amostras, fornecedores, aprovações e mudanças em um fluxo de produto rastreável.
Inteligência artificial aplicada à moda
Inteligência artificial aplicada à moda é o uso de modelos para interpretar imagens, atributos e decisões de produto ao longo do desenvolvimento e da operação. O processo é mais confiável quando o objeto de moda, o contexto de uso, os critérios de avaliação e a revisão humana ficam explícitos.
Lacre de amostra de produto
Lacre de amostra de produto é a identificação física de uma amostra de vestuário que o comprador aprovou e selou como referência para a produção. Ele liga a peça aprovada à construção, aos aviamentos, aos comentários e ao registro da versão; não substitui a decisão documentada nem define sozinho o procedimento de cada comprador.
Lead time na cadeia de moda
Lead time na cadeia de moda é o tempo decorrido entre marcos definidos de uma operação, como o pedido e o recebimento, ou o desenho e a produção. Para medi-lo sem ambiguidade, a equipe deve declarar objeto, início, fim, esperas, calendário, unidade e condição de disponibilidade.
Line plan de coleção
Line plan de coleção é o registro operacional que transforma a direção de uma coleção em uma grade de estilos, variantes, tamanhos, canais, quantidades e marcos de decisão. Ele delimita o que será desenvolvido ou comprado, sem substituir ficha técnica, orçamento, previsão ou validação de produto.
Lista de materiais BOM na moda
Uma lista de materiais BOM na moda organiza a estrutura de componentes de uma peça: matérias-primas, peças, componentes, submontagens e quantidades necessárias para fabricar o produto. Em uma coleção, ela precisa separar hierarquia, variante e revisão para não ser confundida com consumo calculado, estoque disponível ou custo contábil.
Malharia industrial
Malharia é o processo de formar tecido por séries de laçadas entrelaçadas. Divide-se em malharia de trama, na qual o fio percorre a largura e as agulhas formam laçadas em sequência, e malharia de urdume, na qual fios paralelos alimentam agulhas que trabalham simultaneamente ao longo do tecido.
Mapa de coleção
Mapa de coleção é um processo para tornar explícitas as relações entre intenção, itens, sortimento, execução e revisão. Ele organiza hipóteses e decisões em uma visão comparável, sem confundir planejamento com previsão garantida ou autorização automática de compra.
Markdown no varejo de moda
Markdown no varejo de moda é uma decisão controlada de redução de preço para mover uma mercadoria específica, preservando a leitura de estoque, grade, canal e margem. O processo começa com dados de disponibilidade e saída, aplica uma regra por produto e local e termina com medição do efeito, não com a simples troca de etiqueta.
Markup e margem na moda
Markup e margem na moda. Markup é o acréscimo aplicado ao custo para formar um preço; margem é a parcela da receita que permanece depois do custo. Na moda, separar as duas bases ajuda a comparar preço, custo, desconto e resultado sem misturar percentuais.
Merchandiser de moda
O merchandiser de moda transforma leitura de mercado, produto e estoque em decisões sobre sortimento, preço, apresentação e disponibilidade. A função varia conforme canal e empresa: pode trabalhar com compradores, planejadores, equipes de cadeia de suprimentos e e-commerce, sem ser sinônimo de compra ou visual merchandising.
Merchandising de e-commerce de moda
Merchandising de e-commerce de moda é o processo de organizar, apresentar e revisar uma oferta de moda em canais digitais. Ele coordena dados de produto, descoberta, contexto visual, variantes, preço e disponibilidade, sem confundir orientação de catálogo com garantia de venda.
Mix de produto
Mix de produto é a decisão de quais categorias, estilos e variantes uma operação de moda oferece em cada canal e período. O processo separa amplitude, profundidade, grade, demanda e compra para transformar uma intenção de coleção em uma oferta verificável.
Modelista de vestuário
O modelista de vestuário transforma desenhos e requisitos de uma peça em moldes, ajustes de prova e instruções que tornam a construção do produto verificável. A função combina interpretação de forma, cálculo de medidas, leitura do material e revisão do molde sem substituir as decisões de criação ou de produção.
MOQ na cadeia de moda
MOQ na cadeia de moda. MOQ (minimum order quantity) é a menor quantidade que um fornecedor aceita em um pedido. Na moda, a decisão só é utilizável quando informa se o mínimo vale por estilo, SKU, cor, tamanho, material, lote, caixa ou valor, e quando confronta essa regra com demanda, caixa, espaço e risco de sobra.
Open to buy no varejo de moda
Open to buy no varejo de moda. Open to buy (OTB) é um processo de planejamento que calcula quanto estoque um varejista precisa comprar para atingir uma meta de vendas, usando previsão de vendas, estoque inicial e estoque final desejado. Em moda, o saldo deve ser acompanhado por período, categoria, canal e cobertura para orientar compras sem confundir orçamento de entrada com definição de sortimento.
OTIF na cadeia de moda
OTIF na cadeia de moda. OTIF (on-time in-full) mede se um pedido chega na data acordada e com todos os itens ou quantidades previstos. Na moda, ele pode ser aplicado a pedidos de produto acabado, insumos ou etapas internas, desde que o evento medido, a janela de entrega e o critério de completude estejam definidos.
Pedido de compra na indústria da moda
Pedido de compra na indústria da moda. Pedido de compra é o documento pelo qual o comprador solicita produtos ou serviços e registra condições como preço e pagamento. Na indústria da moda, ele funciona melhor quando liga artigo, variante, especificação, quantidade, entrega e critérios de recebimento a uma decisão aprovada, sem substituir a ficha técnica nem a inspeção.
Pilotagem de peça de vestuário
Pilotagem de peça de vestuário é o desenvolvimento, a revisão e a aprovação de uma amostra em condições de produto. Ela conecta ficha técnica, materiais, medidas, testes, construção e decisão antes de repetir a peça em produção.
PIM para moda
PIM para moda é um processo de organizar, enriquecer, validar e distribuir dados de produto para os canais que apresentam uma coleção. Ele combina modelo de dados, regras de qualidade, responsáveis e integrações; não é apenas um cadastro nem substitui automaticamente PLM, ERP ou DAM.
Planejador de coleção
O planejador de coleção organiza decisões sobre mix, profundidade, canais, calendário e reposição a partir de histórico de vendas, sinais de demanda, orçamento e restrições de estoque. Em moda, ele transforma uma intenção sazonal em um plano verificável por produto, tamanho, cor, loja ou canal, mantendo espaço para ajustes quando o realizado diverge do previsto.
Planejamento de coleção
Planejamento de coleção é o processo de transformar uma intenção de coleção em um conjunto controlado de decisões sobre produtos, dados, etapas, responsáveis, mudanças e critérios de liberação. Ele articula direção de produto, desenvolvimento, fornecimento e informação sem reduzir o plano a um calendário ou a uma ferramenta.
Planejamento de demanda na moda
Planejamento de demanda na moda é um processo para transformar sinais de procura, histórico, calendário e julgamento em decisões explícitas sobre sortimento, volume, canal e revisão. Ele combina previsão e governança: cada hipótese precisa de horizonte, unidade, responsável e critério para ser atualizada quando a coleção ou o mercado mudam.
PLM na moda: dados, produto e ciclo de vida
PLM na moda é a gestão estruturada dos dados, decisões e fluxos que acompanham um produto e uma coleção do conceito ao pós-lançamento. Ele conecta ficha técnica, materiais, custos, amostras, aprovações, fornecedores e versões para que cada área trabalhe sobre uma definição de produto rastreável.
Prototipagem de produto de moda
Prototipagem de produto de moda é o processo de construir e avaliar amostras para transformar uma intenção de design em um produto especificado, ajustado e fabricável. Ela articula desenho, modelagem, materiais, construção, caimento e registros de revisão antes de uma decisão de produção.
Prova de roupa
Prova de roupa é o processo de comparar uma amostra vestida com o desenho, as especificações e a intenção de uma peça. A equipe observa ajuste, equilíbrio, mobilidade e construção, registra decisões e devolve alterações para a próxima versão.
Rastreabilidade na cadeia de moda
Rastreabilidade na cadeia de moda é o processo de ligar um produto, material ou componente às entidades, atividades, responsáveis e registros que explicam sua transformação e circulação. Na prática, ela combina identificadores, eventos, relações e evidências para tornar a história do produto verificável.
Reposição de estoque
Reposição de estoque é o processo de decidir quando recompor um item e qual quantidade solicitar para atender uma necessidade futura. A decisão combina saldo registrado, demanda, recebimentos esperados, obrigações, prazo de aquisição e variação da demanda; depois, o pedido precisa ser aprovado, recebido e registrado.
RFQ na cadeia de moda
RFQ na cadeia de moda. RFQ (Request for Quotation) é um processo para pedir e comparar cotações com o mesmo escopo de produto, serviço ou material. Na cadeia de moda, ele transforma requisitos de peça, tecido, aviamento ou beneficiamento em uma solicitação respondível, separa preço de capacidade e prazo e registra qual versão sustentou a decisão.
Sell-through no varejo de moda
Sell-through no varejo de moda. Sell-through é o percentual de unidades de um estoque recebido ou disponibilizado que foi vendido em uma janela definida. No varejo de moda, a métrica ganha sentido quando é recortada por estilo, cor, tamanho, loja, canal e ciclo de vida, e quando seu denominador é declarado antes de orientar compra, reposição ou remarcação.
SKU na moda
SKU na moda é uma unidade de identificação usada para distinguir itens e variantes no controle de estoque. Em vestuário, a leitura correta separa o SKU individual, o grupo de produto, os atributos de cor e tamanho e as decisões de sortimento.
Sourcing e gestão de fornecedores
Sourcing e gestão de fornecedores na moda exige conhecer unidades e processos, priorizar riscos humanos, dialogar com trabalhadores, remediar impactos e manter uma trilha de decisões ligada a pedidos e lotes.
Sourcing na moda
Sourcing na moda é o processo de transformar requisitos de produto em uma decisão verificável sobre materiais, fornecedores, capacidade, custo, prazo e risco. Ele conecta amostra, evidência e pedido sem reduzir a escolha ao menor preço.
Style no cadastro de produto
Style no cadastro de produto. No cadastro de produto de moda, Style pode funcionar como o agrupamento do desenho-base que reúne variações relacionadas, mas não é uma hierarquia universal. A leitura operacional separa esse agrupamento das variações de cor e tamanho e da unidade vendável identificada por SKU.
Taxa de aprovação de amostras
A taxa de aprovação de amostras é um indicador operacional calculado como amostras aprovadas dividido por amostras avaliadas no mesmo recorte. Para ser comparável, a equipe precisa fixar a unidade, a rodada, a versão, o gate e o tratamento das reamostras; a taxa mede o resultado do gate definido, não a qualidade integral da coleção.
Tecelagem industrial
Tecelagem é o processo de formar tecido pelo entrelaçamento regular de dois sistemas de fios: urdume no sentido longitudinal e trama no sentido transversal. A construção resulta da preparação do urdume, da formação da cala, da inserção e batida da trama e do controle de avanço dos fios e do tecido.
Tecnólogo do vestuário
Tecnólogo do vestuário é o profissional técnico que conecta requisitos de produto, materiais, construção, medidas, prova e qualidade para tornar uma peça verificável e preparada para decisão. O escopo concreto depende do padrão ocupacional, da formação e da organização em que atua.
Venda e sell-out na moda
Venda e sell-out na moda. Sell-out é o faturamento ou número de unidades de uma marca ou referência vendido ao consumidor final no ponto de venda. Na moda, a leitura precisa separar a saída por loja e canal da reposição ao varejista, relacionando venda, estoque disponível, grade de tamanho e período.
Visibilidade de coleção
Visibilidade de coleção conecta cada estilo a decisão, evidência, versão e próximo responsável. O objetivo não é acumular indicadores, mas tornar legível o caminho entre pesquisa, desenvolvimento, sortimento, conteúdo e execução, incluindo incertezas e bloqueios que exigem ação.
Work in progress na produção de moda
Work in progress na produção de moda. Work in progress (WIP) é o trabalho que está entre etapas de processamento e ainda não chegou ao estado de saída definido. Na produção de moda, o conceito ajuda a separar amostras, aprovações e peças em fabricação por etapa, critério e responsável.
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